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Palestras a pais e atletas

Ação recebe atletas aprovados nas avaliações externas que farão segunda fase de testes

Durante o mês de outubro, o Coritiba promoveu palestra com os pais dos atletas selecionados nas avaliações externas para dar sequência aos procedimentos padrão do clube. Quem comandou o encontro foi o coordenador do departamento de captação e seleção do Coxa, Luis Alexandre, juntamente com o observador técnico das categorias de base, Bruno Garcia, e também com o observador técnico do projeto Escola Coxa, Willians Alves.
O objetivo da ação foi passar aos pais dos atletas relacionados após a primeira etapa das observações quais as expectativas para a segunda fase de avaliações e quais os procedimentos para esta sequência. “Nós do Coritiba estamos muito esperançosos com a vinda dos meninos, porque eles já foram aprovados pelo que demonstraram nos treinos técnicos e táticos, nos quais os fundamentos do esporte foram observados. Para nós da comissão técnica, essa segunda fase nos dará a oportunidade de ver o que precisamos, já temos uma equipe formada, mas é sempre bom ter espaço para um bom atleta, e com certeza desses aprovados conseguiremos um bom número para dar prosseguimento aqui conosco”, explicou Luís Alexandre.
Essas avaliações estão sendo feitas em uma parceria do setor de captação do Coritiba com o projeto Escola Coxa, nas próprias unidades do projeto. “Nessa primeira etapa de avaliação, é visível que essa parceria entre o projeto Escola Coxa com o departamento de captação e seleção do clube se monstra muito importante. Além de conseguirmos um número grande de avaliados, tivemos a oportunidade de mostrar o trabalho desempenhado nas unidades, atingindo assim resultados bem satisfatórios”, apontou Alves. “Para essa segunda etapa, temos esperança que alguns atletas consigam compor a categoria de base do clube, pois esse é um processo de muita responsabilidade para nós e que está sendo tratado com muito carinho”, completou.
A segunda fase deve acontecer ainda no fim desse mês, tendo alcançado um número satisfatório de aprovados. “O que chama atenção nesses processos avaliativos é o nível da qualidade técnica dos atletas e a possibilidade de evolução gradativa. Os jovens tiveram a possibilidade de participar de três jogos passando pela avaliação de no mínimo 10 profissionais envolvidos com nossa categoria de base”, destaca o observador Garcia. “O modelo dos jogos em campo reduzido também favoreceu com que os atletas tivessem bastante contato com a bola, independentemente da posição. Então, essa condição nos permitiu verificar aqueles atletas que se destacaram de alguma forma, que chamaram a atenção em algum quesito técnico, e isso permitiu a seleção dos atletas para uma segunda etapa de avaliação”, concluiu.

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