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Fruto do trabalho

Lucas Sena foi aprovado para integrar a categoria sub-17 vindo do Projeto Escola Coxa

Com 15 anos, vindo de uma família coxa-branca e com sonho de criança de se tornar um jogador de futebol. É assim que Lucas Sena começou sua saga como atleta do Coritiba. Após treinar dois anos na Escola Coxa, Unidade Xaxim, o lateral direito foi aceito na categoria de base do clube, integrando o time sub-17 alviverde.

A vontade de ser atleta iniciou cedo, justamente na primeira vez em que os pais de Lucas o trouxeram para o estádio Couto Pereira. “Fiquei muito feliz em receber a notícia sobre minha aprovação, porque era um sonho que estava sendo realizado, de estar vestindo a camisa do Coritiba, e hoje eu tenho muito orgulho disso”, contou Sena.

O atleta também destacou que a rotina de atleta no Coritiba é diferente da que ele levava anteriormente, mas que os profissionais do clube dão o respaldo necessário para a formação profissional como jogador. “Desde que entrei aqui, senti a diferença nos treinamentos, pois todo mundo quer dar o seu máximo, a visão que o clube nos dá é diferente. Também temos total convicção de que nem todos chegarão aonde querem, mas o Coxa nos dá palestras e suporte, o que nos ajuda muito”, aponta.

E justamente este apoio neste início de carreira é um fato que faz diferença. Para o pai do lateral, Edi Sena, a evolução que está sendo vivida pelo jovem atleta, demonstra que desde o início de sua carreira, ainda quando jogava futsal e com sete anos, havia uma metodologia a ser seguida. “A gente acaba sonhando o sonho dos filhos, e temos que ter maturidade para apoiá-los, e mesmo que não dê em nada, ele continua sendo o Lucas Sena, nosso filho amado”, afirma.

Outra grande incentivadora de Lucas é sua mãe Geiza Oliveira, que ressaltou a importância da oportunidade dada pela escolinha de futebol ao menino. “A Escola Coxa acolheu o Lucas como uma família, temos muito carinho por essa escola. Tenho certeza que as outras Escolas Coxa também são especiais assim, não é a questão de você pagar ou não, mas sim a questão de se envolver, de apoiar e dos profissionais dizerem que estão juntos do aluno”, elogia.

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